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Curiosidade: Día de los Muertos

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Hoje, euzinha vim aqui falar sobre o Dia dos Mortos(Finados). Eu sei que já faz um tempinho que passou, mas estava eu no cinema esses dias assistindo 007 -Contra Spectre, e me deparei com a primeira cena do filme, que acontece no México no Dia dos Mortos, achei muito interessante, pois nessa data muitas pessoas passam o dia meio recolhidas lembrando de pessoas que já se foram, mas em certos lugares acontecem uma grande festa com muita animação.

Nem preciso falar que eu achei aquela cena massa, e tive a ideia de fazer um poste de curiosidade sobre isso, porque sabia muito pouco, pois já tinha assistido a um filme que mostrava isso (depois indico pra vocês lá embaixo); e pensando nisso, estou abrindo aqui a categoria de curiosidades! Espero que gostem.


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Toda essa celebração é de origem Indígena, começando no dia 31 de outubro. Há relatos que os astecas, maias, purépechas, náuatles e totonacas praticavam este ”culto”. Os rituais que celebram a vida dos ancestrais se realizavam nestas civilizações pelo menos há três mil anos. Na era pré-hispânica era comum a prática de conservar os crânios como troféus, e mostrá-los durante os rituais que celebravam a morte e o renascimento.

O festival que se tornou o Dia dos Mortos era comemorado no nono mês do calendário solar asteca, por volta do início de agosto, e era celebrado por todo o mês. As festas eram guiadas pela deusa Mictecacíhuatl, conhecida como a “Dama da Morte” (do espanhol: Dama de la Muerte) – atualmente relacionada à La Catrina, personagem de José Guadalupe Posada – e esposa de Mictlantecuhtli, senhor do reino dos mortos. As festividades eram dedicadas às crianças e aos parentes falecidos.

É uma das festas mexicanas mais animadas, ela é festejada com comida, bolos, festa, música e doces preferidos dos mortos. De acordo com a crença popular, nos dias 1 e 2, chamados de Días de Muertos, os mortos têm permissão divina para visitar parentes e amigos. Por isso, as pessoas enfeitam suas casas com flores, velas e incensos, e preparam as comidas preferidas dos que já partiram. As pessoas fazem máscaras de caveira, vestem roupas com esqueletos pintados ou se fantasiam de morte.

A festa dos mortos afeta vários aspectos da sociedade mexicana. Os jornais ficam cheios de charges e quadrinhos de esqueletos. E também são comuns as peças de teatro que contam a história de Don Juan Tenorio, drama escrito pelo espanhol José Zorrilla y Moral, mas que aparece de várias formas na cultura latina.

Don Juan é um sujeito que vive para seduzir mulheres e lutar com homens. Essa é uma parte da festa que talvez muitos brasileiros conheçam: uma das versões da história de Don Juan é contada pelo turma do Chapolin (e do Chaves), no episódio “A História de Don Juan Tenorio“.

Uma frase clássica desse episódio é de Ramón Valdés, o Seu Madruga, que canta para os mortos, no cemitério: “não tava morto, só andava falecido”.


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Nesta tradicional festa, a personagem principal é La Catrina, caracterizada por um esqueleto de uma mulher da alta sociedade utilizando um chapéu, com intuito de lembrar que as diferenças não significam nada, diante da morte.

Essa cultura de caveiras decoradas fez tanto sucesso, que as caveiras mexicanas viraram moda em vários lugares do mundo, e são recriadas em tatuagens, desenhos, fantasias, maquiagens e tantas outras coisas, trazendo alegria e beleza para decorações, antes um tanto mórbidas.

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Uma indicação de filme é o ”Festa no Céu” (The Book of Life).

Sinopse: Um grupo de crianças bagunceiras é encaminhado a uma visita guiada ao museu, como “punição” pelo mau comportamento. Lá, uma guia diferente resolve percorrer um caminho alternativo e os apresenta ao “Livro da Vida”, que contém todas as histórias. A mais simbólica delas, baseada nas tradições mexicanas, envolve três mundos. Catrina/ La Muerte é uma adorada deusa ancestral, que governa a Terra dos Lembrados. Ela é ex-mulher de Xibalba, o governante da Terra dos Esquecidos, um trapaceiro. Em uma visita à Terra dos Vivos, eles fazem uma aposta. Se a jovem e bela Maria, filha da maior autoridade da cidade de San Angel, escolher se casar com o emotivo violinista Manolo, Catrina ganha, e Xibalba não poderá mais interferir no Mundo dos Vivos, como gosta de fazer; se o preferido for o valente Joaquim, Xibalba passa a governar, também, o Mundo dos Lembrados.

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Espero que tenham gostado do texto e da dica, e que tenham matado sua curiosidade!

#wanderlust

Links: Imagens
cafundo.tv/Blog dos Cursos/Chamberlens/Festival de Cinema Infantil/Guia da Semana
Links: Texto
Wikipedia/Papo de Homem/Chamberlens

 

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